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domingo, 17 de agosto de 2014

O Donna gloriosa - Marco Frisina


Solenidade da Assunção de Nossa Senhora

Ouçam o áudio com a reflexão do Padre Paulo Ricardo para esse Domingo, Solenidade da Assunção de Nossa Senhora: 

https://padrepauloricardo.org/episodios/solenidade-da-assuncao-de-nossa-senhora-a-realeza-de-maria-santissima

SIGNUM MAGNUM - Música para a Assunção da Santíssima Virgem Maria Imaculada

Apocalipse 12:
"Um grande sinal apareceu no céu:
uma Mulher vestida de sol,
tendo a lua debaixo de seus pés,
e na cabeça uma coroa de doze estrelas.(...)"

Signum mágnum appáruit in caélo:
múlier amícta sóle,
et lúna sub pédibus éjus,
et in cápite éjus
coróna stellárum duódecim.

Cantáte Dómino
cánticum nóvum:
quia mirabília fécit.

Glória Pátri, et Fílio,
et Spirítui Sáncto.
Sicut erat in princípio, et nunc, et semper,
et in saécula saeculórum. Amen.

Signum mágnum appáruit in caélo:
múlier amícta sóle,
et lúna sub pédibus éjus,
et in cápite éjus
coróna stellárum duódecim.


Música para a festa da Assunção de Nossa Senhora: Missa Assumpta est Maria, de Palestrina.



Música para a festa da Assunção de Nossa Senhora:
Missa Assumpta est Maria, de Palestrina.

Assumpta est Maria in coelum,
gaudent angeli,
laudantes benedicunt Dominum.
Gaudete et exsultate omnes recti corde,
quia hodie Maria virgo cum Christo regnat in aeternum.

São João Damasceno sobre a Dormição de Nossa Senhora



São João Damasceno - Oratio 2 de Dormitione B.M.V. post initium

Hoje, a sagrada e animada [animata] arca de Deus vivente, que concebeu o Criador no seu útero, descansa no templo do Senhor, que não foi construído por mãos. E Davi exulta pela sua aparição, e o acompanham coros de Anjos, celebram os Arcanjos, as Virtudes glorificam, os Principados exultam, as Potestades se alegram junto, gozam as Dominações, os Tronos guardam um dia de festa, louvam os Querubins, apregoam a sua glória os Serafins. Hoje, o Éden do novo Adão recebe um paraíso animado [animatum], no qual a condenação foi ab-rogada, no qual foi plantada a árvore da vida, no qual foi coberna a nossa nudez.

Hoje, a Virgem imaculada, não rebaixada por nenhum afeto terreno, mas elevada aos pensamentos celestes, não voltou à terra, mas, por ser um céu animado [animatum], foi colocada nos tabernáculos celestes. Aquela, pois, da qual toda a verdadeira vida emanou, como provaria da morte? Mas ela se submeteu à lei estabelecida por Aquele que ela concebera, e, como filha do velho Adão, tomou sobre si a velha sentença (até o seu Filho, que é a própria vida, não a recusou), de modo que, como Mãe do Deus vivente, foi dignamente tomada para Ele.


Constituição Apostólica Munificentissimus Deus do Santo Padre, o Papa Pio XII, definindo o Dogma da Assunção de Nossa Senhora em Corpo e Alma ao Céu
<http://www.vatican.va/holy_father/pius_xii/apost_constitutions/documents/hf_p-xii_apc_19501101_munificentissimus-deus_po.html>

Fonte: Blog São Pio V

Festa da Assunção de Maria Santíssima - Santo Afonso Maria de Ligório

 
Festa da Assunção de Maria Santíssima

Astitit regina a dextris tuis, in vestitu deaurato, circumdata varietate – “Apresentou-se a rainha à tua direita com manto de ouro, cercada de variedade” (Sal. 44, 10).

Sumário. Maria morre, e acompanhada de inúmeros espíritos celestiais de seu próprio Filho, entra no céu em alma e corpo, Deus abraça-a, abençoa-a e fá-la Rainha do universo, elevando-a acima de todos os anjos e santos. Regozijemo-nos com a divina Mãe, que é também a nossa e avivemos a nossa confiança nela, invocando-a em todas as nossas necessidades. Roguemos-lhe sobretudo que, assim como ela morreu de puro amor a Deus, possamos nós morrer ao menos com contrição dos nossos pecados,

I. Maria morre, mas como? Morre toda desapegada do afeto às criaturas, e morre consumida pelo divino amor, de que o seu santíssimo coração estava sempre todo abrasado. - Ó santa Mãe, ides deixar a terra: não vos esqueçais de nós, pobres peregrinos, que ainda ficamos neste vale de lágrimas, combatidos por tantos inimigos, que desejam a nossa perdição eterna. Pelos merecimentos da vossa preciosa morte, vos suplicamos que nos obtenhais o desapego das coisas terrestres, o perdão dos pecados, o amor de Deus e a santa perseverança. E, quando chegar a hora da nossa morte, assistimos lá do alto do céu, com a vossa intercessão, e alcançai-nos a graça de irmos ao paraíso beijar os vossos pés.

Maria morre; seu preciosíssimo corpo é levado pelos apóstolos á sepultura, guardado pelos anjos durante três dias, e em seguida transportado ao paraíso. Mas a sua alma formosa, apenas saiu do corpo, entra na beatitude eterna, acompanhada de inúmeros anjos e do seu próprio Filho. - Já no céu, a humilde Virgem apresenta-se a Deus, adora-o e com afeto imenso lhe agradece todas as graças que lhe foram dispensadas. Deus abraça-a, abençoa-a e fá-la Rainha do universo, exaltando-a acima de todos os anjos e santos: Exaltata est sancta Dei Genitrix super choros angelorum ad coelestia regna.

Se, no dizer do Apóstolo, a inteligência humana não pode compreender a glória imensa que Deus preparou no céu para os seus servos que o amaram na terra; quão grande não será a glória que ele concedeu à sua santíssima Mãe, que em terra o amou mais do que todos os santos e anjos, e o amou com todas as suas forças? De modo que, chegando ao céu, pôde dizer a Deus: Senhor, se não Vos amei tanto como mereceis, ao menos Vos amei quanto pude.

II. Alegremo-nos com Maria pela glória a que Deus a sublimou; mas alegremo-nos também por nossa causa, porquanto, ao mesmo tempo que Maria foi elevada à dignidade de Rainha do mundo, foi também feita nossa advogada. Advogada tão piedosa, que se encarrega da defesa de todos os pecadores que a ela se recomendam; e tão poderosa junto do nosso Juiz, que ganha todas as causas.

Ó grande, excelsa e gloriosíssima Senhora, prostrados aos pés do vosso trono, nós vos veneramos deste vale de lágrimas, e nos alegramos pela glória imensa com que vos enriqueceu o Senhor. Agora, que já reinais como Rainha do céu e da terra, ah! não vos esqueçais de nós, vossos pobres servos. Do alto do solio excelso em que reinais, não vos dedigneis de volver os vossos olhos piedosos a nós, miseráveis. Quanto mais vizinha estais da fonte das graças, tanto mais nô-las podeis comunicar. No céu descobris melhor as nossas misérias, portanto é preciso que tenhais compaixão de nós e mais nos socorrais.

Ah, Mãe dulcíssima, Mãe amabilíssima! os vossos altares estão cercados de muita gente, que vos pede, este para ser curado de alguma enfermidade, aquele para ser provido nas suas necessidades; um vos pede uma boa colheita, outro, a vitória de uma demanda. Nós vos pedimos graças mais agradáveis ao vosso coração: alcançai-nos a humildade, o desapego da terra, a resignação com a vontade divina. Impetrai-nos o santo temor de Deus, uma boa morte, o céu. Numa palavra, mudai-nos de pecadores em santos e fazei que, depois de termos sido cá na terra os vossos fiéis servos, possamos um dia ir gozar da vossa presença no céu.

“E Vós, ó Senhor, perdoai os crimes dos vossos servos: para que, já que não podemos agradar-Vos com as nossas obras, sejamos salvos pela intercessão da Mãe de vosso Filho e Senhor nosso”. (1) Fazei-o pelo amor de Jesus Cristo.

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1. Or. festi.


(LIGÓRIO, Afonso Maria de. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo III: Desde a Décima Segunda Semana depois de Pentecostes até o fim do ano eclesiástico. Friburgo: Herder & Cia, 1922, p. 347-350.)
Fonte: Blog São Pio V


A Assunção de Nossa Senhora - São Josemaria Escrivá


 A Assunção de Nossa Senhora

 Textos de São Josemaria:

Assumpta est Maria in coelum gaudent angeli! – Maria foi levada por Deus, em corpo e alma, para o Céu. E os Anjos rejubilam!

Assim canta a Igreja. – E é assim, com este clamor de regozijo, que começamos a contemplação, desta dezena do Santo Rosário.

Adormeceu a Mãe de Deus. – Em volta do seu leito encontram-se os doze Apóstolos.
– Matias substituiu Judas.

E nós, por graça que todos respeitam, estamos também a seu lado.

Mas Jesus quer ter Sua Mãe, em corpo e alma, na Glória. – E a Corte celestial ostenta todo o seu esplendor, para receber a Senhora. – Tu e eu – crianças, afinal – pegamos na cauda do esplêndido manto azul da Virgem e assim podemos contemplar aquela maravilha.

A Trindade Santíssima recebe e cumula de honras a Filha, Mãe e Esposa de Deus... – E é tamanha a majestade da Senhora, que os Anjos perguntam Quem é esta?
Santo Rosário, 4º mistério glorioso

Assumpta est Maria in coelum gaudent angeli! Maria foi levada por Deus, em corpo e alma, para os Céus. Há alegria entre os anjos e os homens. Qual a razão desta satisfação íntima que descobrimos hoje, com o coração que parece querer saltar dentro do peito e a alma cheia de paz?. Celebramos a glorificação da nossa Mãe e é natural que nós, seus filhos, sintamos um júbilo especial ao ver como é honrada pela Trindade Beatíssima.

Cristo, seu Filho Santíssimo, nosso irmão, deu-no-la por Mãe no Calvário, quando disse a S. João: eis aqui a tua Mãe (Jo 19, 27). E nós recebêmo-la, com o discípulo amado, naquele momento de imenso desconsolo. Santa Maria acolheu-nos na dor, quando se cumpriu a antiga profecia: e uma espada trespassará a tua alma (Lc 2, 35). Todos somos seus filhos; ela é Mãe de toda a Humanidade. E agora, a Humanidade comemora a sua inefável Assunção: Maria sobe aos céus, Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho, Esposa de Deus Espírito Santo. Mais do que Ela, só Deus.
Cristo que passa, 171

A festa da Assunção de Nossa Senhora apresenta-nos a realidade dessa feliz esperança. Somos ainda peregrinos, mas a Nossa Mãe precedeu-nos e aponta-nos já o termo do caminho. Repete-nos que é possível lá chegar e que, se formos fiéis, lá chegaremos, pois a Santíssima Virgem não é só nosso exemplo, mas também auxílio dos cristãos. E perante a nossa petição – Monstra te esse Matrem (mostra que és Mãe) – não pode nem quer negar-se a cuidar dos seus filhos com solicitude maternal.
Cristo que passa, 177

Quando se dá a debandada dos Apóstolos, e o povo enraivecido rasga as gargantas em ódio a Cristo, Santa Maria segue de perto o seu Filho pelas ruas de Jerusalém. Não a arreda o clamor da multidão, nem deixa de acompanhar o Redentor enquanto todos os do cortejo, no anonimato, se fazem covardemente valentes para maltratar Cristo.

Invoca-a com força – «Virgo fidelis!», Virgem fiel! – e roga-lhe que os que nos dizemos amigos de Deus o sejamos deveras e a toda a hora.
Sulco, 51

Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Onde estiver, difunda a Medalha milagrosa - São Maximiliano Maria Kolbe



A essência da MI é constituída da oferta total de nós mesmos, sem limite e nem condições à Imaculada como propriedade, a fim de que Ela faça de nós aquilo que seja do seu agrado e possa agir por meio de nós aos outros.

A segunda condição, o sinal externo desta oferta de si à Imaculada pela vida, morte e eternidade, é a Sua medalha Milagrosa, que os membros da MI carregam sobre o peito. Tornando-se de tal modo instrumentos nas mãos da Imaculada, todos os dias dirigem-se a Ela com ardente fervor, repetindo as palavras que Ela mesma demonstrou impressa, na aparição, sobre Sua Medalha Milagrosa:

“Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós...”; recordando-se também daqueles a quem desejam a salvação se unem nesta frase: “e por todos quantos não recorrem a vós, especialmente pelos inimigos da Santa Igreja”; por fim intercedendo por aquelas pessoas que o trabalho de conversão está particularmente no coração, denominando-os com uma frase genérica: “e por todos quantos são a vós recomendados”. (...)

A Imaculada prometeu derramar muitas graças sobre aqueles que levam consigo a Sua medalha, por isso os membros da MI utilizam a medalha como “balas” (de munição) na luta de conquistar as almas à Imaculada, seguros de que quanto mais sincera e profundamente o reino da Imaculada tome posse do mundo, tanto mais isto se transformará em um Paraíso sobre a terra.”

(Escritos de São Maximiliano – SK 1046)
Fonte: http://www.miliciadaimaculada.org.br

sábado, 2 de agosto de 2014

Comentário do Evangelho do dia (21/07) feito por São Romano, o Melodista



(?-c. 560), compositor de hinos
Hino Nínive, §§ 4-17; SC 99

«Porque fizeram penitência»

Meditemos sobre os ninivitas […], escutemos o que fizeram.
Depois da terrível proclamação que Jonas fez a este povo ébrio e glutão […],
Como hábeis operários acorreram a consolidar
A cidade minada pelas suas más acções
E para tal serviram-se duma rocha firme […], o arrependimento.

Lavaram as suas manchas em torrentes de lágrimas,
Adornaram a cidade com as suas orações,
E Nínive, convertida, agradou ao Pai Misericordioso,
Apresentando de imediato a beleza do seu íntimo
Àquele que sonda os corações (Sl 7,10) […].
Assim, ungida com o óleo das boas obras e perfumada com o jejum,
Foi restituída Àquele que a ama […] e Ele aceitou o seu arrependimento.

O seu rei, um homem sábio, […] aprontou animais e rebanhos
Como se fossem para um dote e disse:
«Ofereço-Vos tudo, meu Deus, meu Salvador.
Reconciliai e reconduzi na Vossa graça
A que se prostituiu e traiu […] a Vossa pureza,
Porque aqui está ela de novo, no seu amor,
A trazer-Vos, qual oferta, o seu arrependimento.

Se eu, o soberano monarca, tiver pecado, que só eu seja punido,
E os demais perdoados na Vossa misericórdia.
Mas se todos Vos tivermos ofendido, escutai o clamor de todos nós […],
Venha sobre nós o Vosso auxílio e todo o medo será dissipado.
Nada mais poderá atemorizar-nos
Se Vos dignardes receber a nossa oferta: o arrependimento.

A rebelde Nínive lança-se a Vossos pés
E eu, miserável rei e Vosso desprezível servo,
Indigno do trono, sento-me sobre a cinza (Jn 3,6);
Tendo insultado a Vossa coroa, espalho poeira sobre a minha cabeça;
Como não mereço a púrpura, vesti-me de serapilheira
E desatei as minhas lamentações.
Poupai-nos ao desdém, lançai sobre nós o Vosso olhar,
Ó Salvador, e aceitai o nosso arrependimento».

Filho Unigénito, ó Único Deus, que fazeis a vontade dos que Vos amam,
Protegei-os na Vossa misericórdia […] como dantes tivestes pena dos ninivitas […]
E livrai do juízo todos os que hoje Vos dedicam o seu canto.
Dai-me o Vosso perdão como prémio da minha confissão […]
E como não possuo obras dignas da Vossa glória,
Ó Salvador, salvai-me ao menos pelas minhas palavras de contrição,
Vós que prezais o arrependimento. 
 
Fonte: Evangelho Quotidiano

Comentário do Evangelho do dia (20/07) feito por São Macário do Egito



(?-390), monge
N° 24, 4; PG 34, 662

«Até que tudo fique fermentado»

Se amassarmos farinha sem lhe misturarmos fermento, bem podemos amassá-la, sová-la e trabalhá-la, que a massa não fermentará nem servirá para comer. Mas quando lhe misturamos fermento, este faz levedar e crescer toda a massa, como na comparação que o Senhor aplicou ao Reino. […] Assim é com a carne: por muito cuidado que se tenha, se não lhe deitarmos sal para que se conserve, […] começará a cheirar mal e tornar-se-á imprópria para consumo. Imagina, pois, que toda a humanidade é massa ou carne, e pensa que a natureza divina do Espírito Santo é o sal e o fermento que vêm de outro mundo. Se o fermento celeste do Espírito e o sal bom da natureza divina não forem introduzidos na natureza humana humilhada e a ela misturados, nunca a alma perderá o mau odor do pecado, nem levedará, perdendo o peso e o defeito do «fermento da malícia» (1Cor 5,7). […]

Se a alma se apoiar apenas nas suas próprias forças e se se crer capaz de tudo conseguir sem a ajuda do Espírito, engana-se redondamente; ela não está feita para as moradas do céu, não está feita para o Reino. […] Se o pecador não se aproximar de Deus, se não renunciar ao mundo, se não esperar na esperança, e se a paciência for um bem estranho à sua natureza própria, que é a força do Espírito Santo, se o Senhor não instilar, do alto, a sua própria vida nessa alma, nunca tal homem provará a verdadeira vida. […] Pelo contrário, se tiver recebido a graça do Espírito, se dele não se afastar, se não O desgostar com a sua negligência e as suas más acções, se, perseverando longamente no combate, não ofender o Espírito (Ef 4,30), terá a felicidade de obter a vida eterna.

Fonte: Evangelho Quotidiano
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